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Ecobag de ráfia ou BOPP: qual escolher?

Foto do escritor: Felipe Veloso
Felipe Veloso
há 13 horas
3 min de leitura

Na hora de fazer uma ecobag personalizada, uma das primeiras dúvidas costuma ser sobre o material. Ráfia, BOPP, laminada… os nomes aparecem o tempo todo, mas nem sempre fica claro o que realmente muda de uma opção para outra.


E muda bastante.


O material interfere no visual da bolsa, na resistência, no tipo de impressão e até na forma como a marca vai ser percebida por quem recebe a ecobag.


Primeiro: o que é a ráfia?


A ráfia de polipropileno é um material muito usado em embalagens porque combina resistência, baixo peso e boa durabilidade.


É aquele material tramado que aparece em sacos, bolsas reutilizáveis e embalagens industriais. Dependendo do acabamento, essa trama pode ficar mais aparente ou receber uma laminação que deixa a superfície mais lisa.


Para uma ecobag, isso significa uma bolsa resistente, reutilizável e capaz de suportar bem o uso do dia a dia.


É uma solução bastante comum para supermercados, hortifrutis, lojas, distribuidores e empresas que querem entregar uma embalagem que continue sendo usada depois da compra.


E onde entra o BOPP?


Aqui existe uma confusão comum.


BOPP não é simplesmente “outro tipo de ecobag” completamente separado da ráfia.


Em muitas bolsas, o BOPP é um filme aplicado sobre o tecido de ráfia. Essa laminação cria uma superfície mais lisa e permite trabalhar a impressão de outra forma.


Na prática, isso possibilita reproduzir artes mais detalhadas, cores fortes, fotografias, ilustrações e outros elementos gráficos com bastante definição.


É por isso que muitas ecobags de BOPP chamam atenção logo de cara: a própria embalagem acaba funcionando quase como uma peça publicitária.


Então qual é melhor?


Depende do projeto.


Uma bolsa não precisa ter o acabamento mais sofisticado possível para ser uma boa embalagem. Em alguns casos, resistência, praticidade e custo são os fatores mais importantes.


Em outros, a apresentação faz parte da estratégia.


Uma rede de mercados, por exemplo, pode querer uma ecobag resistente para circular todos os dias com seus clientes.


Já uma empresa que trabalha uma campanha específica pode querer aproveitar toda a superfície da bolsa para colocar ilustrações, produtos, personagens, informações ou uma comunicação mais elaborada.


Não existe uma escolha certa para todos os casos.


Existe a escolha que faz mais sentido para aquilo que a embalagem precisa fazer.


A arte também influencia essa decisão


O tipo de comunicação que vai na bolsa é outro ponto importante.


Uma marca simples, com poucas cores e informações, pode funcionar muito bem em diferentes processos de impressão.


Mas quando a proposta envolve fotografias, muitas cores, degradês ou detalhes pequenos, o material e o processo de impressão precisam ser escolhidos pensando nisso desde o começo.


Ou seja: primeiro vale entender o que você quer comunicar.


Depois, escolher a solução que consegue entregar esse resultado.


E a resistência?


Tanto a estrutura da bolsa quanto o material utilizado influenciam na resistência final.


Tamanho, costura, tipo e posição das alças e construção da embalagem também fazem diferença.


Por isso, olhar apenas para o material não conta a história inteira.


Uma ecobag precisa ser pensada de acordo com o produto que vai carregar e com a forma como será utilizada.


Uma bolsa para roupas tem necessidades diferentes de uma bolsa usada semanalmente para carregar compras de supermercado.


A ecobag também comunica a qualidade da marca


Quando uma empresa personaliza uma embalagem, ela não está apenas colocando o logo em uma sacola.


A embalagem passa a fazer parte da experiência do cliente.


Uma arte bem resolvida, uma impressão de qualidade e um material adequado ao uso ajudam a transformar uma simples sacola em algo que o cliente guarda e reutiliza.


E quanto mais aquela bolsa circula, mais a marca circula junto.


Antes de escolher, pense no uso


Para decidir entre diferentes tipos de ecobag, algumas perguntas ajudam bastante:


  • O que será colocado dentro da bolsa?

  • Ela precisa carregar bastante peso?

  • A arte possui muitas cores ou detalhes?

  • A intenção é criar uma embalagem mais simples ou algo com maior impacto visual?

  • Ela será distribuída em uma ação específica ou fará parte da rotina do estabelecimento?


Responder essas perguntas normalmente torna a escolha muito mais simples.


Na Sacacho, cada projeto pode ser desenvolvido levando em consideração o uso da embalagem, o formato, a impressão e a identidade visual da empresa.


Porque uma boa ecobag não começa apenas pela arte.


Ela começa entendendo o que aquela embalagem precisa fazer.

 
 
 

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